Uma alimentação… peculiar

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Não existe mãe ou pai que não se preocupe com a alimentação dos seus filhos em algum momento das suas vidas (ou em todos, nalguns casos). O que comem, quanto comem, quando comem, são questões de importância capital, afinal, é um item da nossa inteira responsabilidade durante muito tempo. Não é, por isso, com surpresa que se torna num tema bastante abordado por nós, mães e pais blogueirinhos. Há poucos dias, a mamã Cátia do Benny&Me queixava-se de que a sua Benedita, de nove meses, mama com mestria mas come com parcimónia (que é como quem diz, manda-a comer a ela, na maior parte das vezes). O papá David, do Duas Para Um – Daddy Blog, gabava-se da recente conquista em relação à sua também Benedita. Com três anitos finalmente, come peixe sem truques! Neste último post comentei isto:

Nem de propósito e não sem uma pontinha de ironia, nessa mesma noite o meu aventureiro Miguel, o bebé mais boca fácil que alguma vez vi, depois de perseguir o irmão até à casa de banho, aparece, triunfante, na sala, segurando um objecto. Entre ‘Miguel, o que é isso?’ e ‘Não ponhas na boca! Não, não, nããão!’ Percebemos o que era.

Passou-vos pela cabeça ‘mas isto é um bloco sanitário?! Que nojo!!’. Passou bem, porque é isso mesmo. Um bloco sanitário. Velho. Muito velho, aliás. Tão velho que nem nosso é, mas do anterior proprietário da nossa casa. E é um nojo. Mas é um risco que se corre quando se tem um filho que ‘come de tudo’: ele comer, literalmente, de T-U-D-O.

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